A questão a ser discutida é a inclusão dos deficientes sensoriais na escola regular, vem tendo perspectivas de discussão de inclusão escolar nos casos especiais e as dificuldades dos professores envolvidos nesse processo.
As polemicas entre os tempos nas discussões afetam o âmbito educacional e os profissionais da área de ensino, desafiam através dos tempos modernos os conhecimentos aprendidos na escola no que se trata dos comportamentos dentro do aprendizado, âmbito inclusão, referente ao método nas escolas dos alunos de necessidades educacionais especiais, causando opiniões e criticas de professores na comunidade escolar.
A inclusão é muito lenta e não eficaz em nossa escola com a necessidade de mudanças atitudinais para superar os antigos paradigmas e aceitabilidade no principio real que os alunos incluídos tenham capacidade e o potencial de produção.
As dificuldades dos professores ao trabalhar com os alunos de necessidades educacionais especiais entram em discussões e indagações: Como trabalhar com alunos cegos e surdos e não tendo meios específicos como Braille e a Libra?
Segundo Schwartzman (aput Silva, 2000, p.39), os professores do ensino regular não têm sido preparados para a tarefa de lidar com crianças com necessidades educativas especiais e sem preparo, por melhor que seja o método utilizado, as chances de sucesso são muito limitadas.
A inclusão na escola trata-se de um processo demorado com varias modificações para alcançar objetivo com participação das famílias dos alunos e ação da tomada de consciência, experiências e mudanças por partes dos professores.
Os alunos especiais ao chegar às escolas vão enfrentar diversas vantagens e desvantagens, conviver com ensinos de qualidades e defeitos, enfrentar grupos com aceitação ou não.
Esta visão dicotômica das possibilidades de aprendizagem de diferentes alunos é, segundo Bueno (1999), a primeira dificuldade a ser enfrentada na efetivação da proposta da escola inclusiva.
[... na medida em que, por um lado, os professores do ensino regular não possuem preparo mínimo para trabalharem com crianças que apresentem deficiências evidentes e, por outro, grande parte dos professores do ensino especial tem muito pouco a contribuir com o trabalho pedagógico desenvolvido no ensino regular, na medida em que têm calcado e construído sua competência nas dificuldades específicas do alunado que atende, porque o que tem caracterizado a atuação de professores de surdos, de cegos, de deficientes mentais, com raras e honrosas exceções, é a centralização quase que absoluta de suas atividades na minimização dos efeitos específicos das mais variadas deficiências (pg.15)].
O diagnóstico tem como objetivo de oferecer a oportunidade de sondagem na sala de aula, as dificuldades dos alunos em estruturação e interpretação de tarefas textuais e análise realizado com teorias estudadas a fornecer dados aos alunos um projeto pedagógico-curricular na escola com os desempenhos dos alunos com seus deveres.
O professor na escola inclusiva tem que estar preparado para enfrentar certos obstáculos nas diferenças e ter uma visão singular e diversificada a cada tipo de crianças nas necessidades educacionais especiais, e não vê-las como modelo de pensamento comum.
[Cabe a ele, a partir de observações criteriosas, ajustar suas intervenções pedagógicas ao processo de aprendizagem dos diferentes alunos, de modo que lhes possibilite um ganho significativo do ponto de vista educacional, afetivo e sociocultural (PRADO & FREIRE, 2001, P.5)].
A prática dos professores tem um fundamento avaliação, para isto torna-se inclusiva, avaliar os conteúdos pedagógicos para conhecer e compreender todos os processos de desenvolvimento dos alunos com meta de aprendizagem com objetivo de melhoria, dar respostas educativas na qualidade de ensino participativo sobre valores bom/mau, certo/errado a serem avaliados com precisão diagnosticados.
Assim, são as propostas de condições documentadas e os trabalhos dos professores nas aplicações da pratica , condicionando os seus diagnósticos para ter uma melhoria de estudos e planejar indicadores de registros na construção dos planejamentos políticos e pedagógicos de forma coletiva e diálogo formal.
REFERÊNCIAS
ALLESSANDRINI, C.D. Avaliando competências no professor e no aluno. In
Psicopedagogia, Volume 19- N°58,2001.
BUENO, J. G. Crianças com necessidades educativas especiais, política educacional e a formação de professores: generalistas ou especialistas. Revista Brasileira de Educação Especial, vol. 3. N.5, 7-25, 1999.
FONSECA, V. Educação Especial. Porto Alegre: Artes Médicas. 1995.
FREIRE, F. M P. e VALENTE, A. Aprendendo para a Vida: os Computadores na Sala de Aula. São Paulo: Cortez, 2001.
PRADO, M. E. B. B.; FREIRE, F. M. P. A formação em serviço visando reconstrução da prática educacional. In: FREIRE, F. M. P.; VALENTE, A.(Orgs) Aprendendo para a Vida: os Computadores na Sala de Aula. São Paulo: Cortez, 2001.
VERÍSSIMO, Hildemar. Inclusão: a educação da pessoa com necessidades
educativas especiais – velhos e novos paradigmas. Disponível em:
<http://www.ibc.gov.br/media/common/Nossos_Meios_RBC_RevAbr2001_Artigo%20
2.rtf>. Acessado em: 30 de setembro de 2009.
Nenhum comentário:
Postar um comentário